Emenda que adiava redução da Base das Lajes não chegou ao Senado

Emenda que adiava redução da Base das Lajes não chegou ao Senado

 

Lusa/AO online   Regional   7 de Nov de 2013, 14:03

A emenda, aprovada no Congresso norte-americano, que adiava a redução da estrutura militar da Base das Lajes em 2014 desapareceu do diploma que será discutido pelo Senado a partir da próxima terça-feira, alertou uma associação de lusodescendentes.

A emenda, que é vista como uma oportunidade para evitar uma redução definitiva, não faz parte do National Defense Authorization Act, a legislação que determina o orçamento da defesa americano, e que poderá ser aprovado antes de 28 de novembro.

Segundo a National Organization of Portuguese Americans (NOPA), a emenda ainda poderá ser incluída antes da votação final, durante o debate entre os senadores.

A NOPA está a lançar uma campanha para incentivar a comunidade portuguesa a contactar o senador do seu estado e pedir a inclusão da emenda.

A iniciativa que levou à inclusão da emenda foi promovida pelos congressistas Jim Costa, David Valadão, David Cicilline, Devin Nunes, James Langevin e William Keating e teve o voto unânime da Câmara dos Representantes a 23 de julho.

Na ocasião, em declarações à agência Lusa, o democrata Jim Costa disse que "a adoção da emenda é um grande passo em frente nos esforços para assegurar que a localização estratégica da Base das Lajes é mantida."

Costa realçou que a emenda foi conseguida através de "uma forte coligação bipartidária, que conhece a importância da base para a segurança nacional dos EUA e os aliados portugueses."

Em declarações à agência Lusa, o republicano Devin Nunes defendeu que a iniciativa dava "oportunidade aos estrategas militares para trabalharem com o Congresso na análise das nossas bases europeias e decidir quais devem ser mantidas operacionais devido à sua importância no posicionamento global dos Estados Unidos."

O presidente da NOPA, Francisco Semião, defendeu que os açorianos "têm bons argumentos para manter as Lajes na sua capacidade total, dada à sua localização estratégica e longa parceria com o governo Português e Açoriano."



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