Em 2007 já se registaram 12 explosões com gás em Portugal


 

Lusa/AO   Nacional   23 de Nov de 2007, 07:22

Este ano, já ocorreram pelo menos 12 explosões com origem em botijas e canalizações de gás, de que resultaram 25 feridos e mais de três dezenas de desalojados por destruição das habitações, sem contar com o acidente de quinta-feira.
A primeira explosão ocorreu a 8 de Janeiro, em Famalicão, onde três pessoas ficaram feridas devido a uma reparação de uma fuga nas botijas que abasteciam a casa do presidente da junta de Vermoin.

    Em Fevereiro, uma fuga num esquentador em conjunto com um curto-circuito originou danos materiais num apartamento em Viseu e uma explosão em Vila Real rebentou com uma cozinha, ambos durante a madrugada.

    Um outro acidente que ocorreu no final de Fevereiro, em Oeiras, registou 11 feridos e destruiu cerca de seis pisos do edifício tendo ainda desalojado cerca de 20 pessoas.

    Um ferido grave foi o resultado de um acidente com origem numa fuga de gás, na canalização de um prédio, em Abril, em Leça da palmeira.

    No mês de Julho, ocorreram três acidentes, com origem na explosão de botijas de gás, de onde resultaram cinco feridos, sendo duas das vítimas crianças, que foram deixadas sozinhas em casa, no Distrito de Aveiro.

    No Porto, ainda em Julho, registou-se uma explosão em casa de uma mulher com 65 anos, que destruiu o telhado e a projectou para fora da habitação mas ela escapou ilesa.

    Ainda durante o mês de Julho, uma moradia ficou parcialmente destruída, em Santo Amaro de Oeiras, sem se registarem vítimas.

    Em Albufeira, no Algarve, uma moradia registou uma explosão por acumulação de gás no fogão, devido a uma fuga não detectada, que provocou três feridos ligeiros durante o mês de Agosto.

    Uma mulher de 44 anos morreu e o marido ficou gravemente ferido, após a explosão de uma botija de gás, em Arcozelo, no Porto, em Setembro.

    Já no início deste mês, três feridos, duas habitações destruídas, várias viaturas e muitos danos materiais foram o resultado de duas explosões com botijas de gás em Mafra e Samora Correia, nos arredores de Lisboa.

    A primeira grande explosão em Portugal, com origem em instalações de gás, ocorreu em Outubro de 1992, onde ficou destruída a fachada de um prédio em Miraflores com 13 andares e deixou duas dezenas de famílias sem casa. Este processo foi arquivado porque nunca foi identificado um responsável.

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