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“Defendo a estabilidade governativa, mas não pode ser a qualquer custo” (com vídeo)

José Pacheco, presidente do Chega/Açores e deputado na Assembleia Regional desvaloriza a saída de Carlos Furtado do partido, considerando que “não estava preparado”, a mesma crítica que faz ao governo de coligação, que também considera que não estava preparado quando assumiu o poder em 2020. Elogia as qualidades pessoais de Bolieiro, mas considera que, enquanto presidente, devia “bater o pé” mais vezes. E mostra-se crítico do Rendimento Social de Inserção (RSI), denunciando fraudes e considerando que a fiscalização “não existe”



O Chega foi a quarta força política mais votada nas últimas eleições regionais, constituindo mesmo um grupo parlamentar. A saída de Carlos Furtado e a passagem a representação parlamentar enfraqueceu a posição do Chega/Açores no parlamento açoriano?

Eu acho que esta situação até deixou o Chega mais forte... Tentámos camuflar esta situação durante alguns meses, mas não foi...

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João Pedro Barbosa, que vai lançar na próxima sexta-feira, dia 6 de fevereiro, o livro ‘Açores no Céu - Aviação, Turismo e o Futuro de um Arquipélago Atlântico’, reconhece a preocupação cada vez maior que existe em equilibrar o transporte aéreo entre as várias ilhas, mas não deixa de alertar, face à forma como tem sido gerido o transporte aéreo nos Açores, que é preciso ter sempre um ‘Plano B’ que aposte na diversificação de operadores