Comunicação social nos Açores “reagiu muito tarde às novas tecnologias”

Comunicação social nos Açores “reagiu muito tarde às novas tecnologias”

 

Miguel Bettencourt Mota   Regional   9 de Jan de 2019, 09:36

Osvaldo Cabral soma 40 anos dedicados ao jornalismo açoriano, longevidade que assinala com um livro. Dentro dele, e nesta entrevista, há avisos para uma comunicação social que está a acordar tarde para a urgência de se reinventar e de apanhar o comboio tecnológico

O Osvaldo Cabral lança o seu primeiro livro, ‘Os Açores e os Novos Média’, no próximo dia 14 de janeiro. O que o moveu a escrevê-lo?

Este livro nasce de uma experiência acumulada de 40 anos como jornalista. Para assinalar essas quatro décadas, eu pensei que era importante condensar em livro muito daquilo que refleti ao longo desse tempo, nomeadamente sobre a profissão, sobre o estado da comunicação social nos Açores e a crise jornalística que estamos a enfrentar, não só na Região, mas também em todo o país (e até um pouco a nível internacional). Fruto da minha experiência, tento também dar pistas aos mais novos, que são aqueles que estão a entrar na profissão e a ‘dominar’ as redações...


Leia na íntegra a entrevista de Osvaldo Cabral, na edição desta quarta-feira, 09 janeiro 2019, do jornal Açoriano Oriental


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