Autarquias

Câmara de Ponta Delgada aprova Plano e Orçamento para 2012

Câmara de Ponta Delgada aprova Plano e Orçamento para 2012

 

Lusa/AO online   Regional   13 de Dez de 2011, 17:22

A Câmara de Ponta Delgada aprovou esta terça-feira as propostas de Plano e Orçamento do Município para 2012, que privilegiam a protecção social e o apoio ao empreendedorismo para ultrapassar a actual situação de crise.
Os documentos, que têm ainda que ser aprovados pela Assembleia Municipal, reflectem uma “política de equilíbrio e contenção”, estando previsto que a autarquia liderada pela social-democrata Berta Cabral não contraia novos empréstimos em 2012 e reduza o passivo em cerca de 1,6 milhões de euros.

O orçamento para o próximo ano tem uma dotação de cerca de 60 milhões de euros, dos quais 47,5 milhões relativos à câmara e 11,5 milhões aos serviços municipalizados.

As receitas correntes ascendem a 31 milhões de euros, representando 65 por cento do total, estando ainda previstos 14,2 milhões de transferências correntes e 12,5 milhões relativos a impostos directos

O documento aprovado pelo executivo municipal prevê ainda 25,1 milhões de euros em despesas correntes e 22,4 milhões em despesas de capital.

No que se refere ao plano para 2012, referência para uma dotação de 10,8 milhões de euros para as denominadas funções sociais, nomeadamente habitação, educação, cultura, desporto, reabilitação urbana e protecção do meio ambiente.

As funções económicas contam com uma verba de 3,8 milhões de euros, privilegiando a criação de condições de fixação de famílias e negócios nas freguesias através das acessibilidades.

Os vereadores da oposição socialista no executivo municipal votaram contra as propostas de Plano e Orçamento da Câmara de Ponta Delgada para 2012, alegando que os documentos “demonstram que a autarquia está à deriva, fruto de uma liderança ausente”, numa referência ao facto de Berta Cabral se dividir entre a presidência do município e do PSD/Açores, o maior partido da oposição.

Para os vereadores socialistas, o orçamento “representa mais do mesmo”, evidenciando uma “completa displicência na procura de medidas inovadoras que colaborem na minorização das dificuldades que passam as empresas e famílias”.

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