“Quero apresentar aquela que é a realidade dos Açores no contexto nacional e aquelas que são as pendências na relação autonómica com a República e até mesmo a nossa intervenção no quadro da União Europeia, como se sabe, também enquadrada nas negociações do novo período de programação financeira plurianual”, revelou.
Questionado sobre o próximo representante da República nos
Açores, o presidente do Governo afirmou que, embora a decisão caiba
exclusivamente ao Presidente da República, está disponível para dar o
seu entendimento caso o assunto seja abordado. Nesse sentido, explicou
que defende o perfil de uma personalidade independente que compreenda a
autonomia política dos Açores, apontando o embaixador Pedro Catarino
como um bom exemplo desse perfil.
