De acordo com Luís Garcia, “estar nos Açores não [os] coloca à margem de nada”, havendo “todas as condições para estarem plenamente envolvidos nos mais altos níveis de decisão europeia”, recordando os três eurodeputados com origens no arquipélago.
Na abertura da sessão do Programa Euroscola, que decorreu no plenário do parlamento regional, o político apelou à participação dos jovens na democracia e na construção do projeto europeu, defendendo que “o envolvimento das novas gerações é essencial para o fortalecimento das instituições democráticas”.
O líder do parlamento dos Açores considerou que “não basta falar de cidadania, é preciso vivê-la”, não se resumindo ao exercício de cargos políticos ou às instituições, sendo que “a participação começa em coisas simples” como “em querer perceber, em ter opinião, em não ficar indiferente”.
Sobre o tema desta edição do Euroscola, “Desafios digitais: criptomoedas e segurança para os jovens”, Luís Garcia afirmou tratar-se de uma área que constitui “uma oportunidade para os jovens participarem de forma mais informada e ativa, devendo, por isso, contribuir para a reflexão e para a construção de políticas públicas nesta área”.
A propósito das comemorações dos 50 anos da Autonomia, o presidente do parlamento açoriano destacou que se trata de um percurso construído com participação, escolhas e responsabilidade coletiva ao longo de várias gerações.
“A autonomia não surgiu por acaso, mas do envolvimento de quem decidiu participar e não ficar à margem”, cabendo às novas gerações dar continuidade a esse projeto, acrescentou.
