60 % das mais de 2.000 milhões de pessoas com problemas de nutrição vivem na Ásia-Pacífico


 

Lusa/AO Online   Internacional   16 de Out de 2013, 08:20

Cerca de 60% das mais de 2.000 milhões de pessoas que padecem de má nutrição em todo o mundo estão na região Ásia-Pacifico, apesar da irradicação da fome estar a avançar, assinalou a ONU quando se assinala o Dia Mundial da Alimentação.

 

Em comunicado divulgado em Banguecoque, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), precisou que na região Ásia-Pacifico deverá acabar totalmente com a fome em 2025.

O diretor da FAO para a região, Hiroyuki Konuma, alertou também que a inflação afeta as classes mais pobres e dificulta o fim da má nutrição.

“Os altos preços dos alimentos, que são 50 % mais altos em termos reais comparativamente há 10 anos, aumentam a vulnerabilidade dos pobres”, disse o mesmo responsável.

Além dos problemas de fome, o mundo registam também 1.400 milhões de pessoas com excesso de peso, das quais 500 milhões são obesas e correm sérios riscos de contrair doenças não contagiosas, acrescentou Hiroyuki Konuma referindo-se a problemas como a diabetes ou a hipertensão.

EM todo o planeta, uma em cada oito pessoas e um em casa quatro crianças com menos de cinco anos, padece de má nutrição, enquanto 165 milhões de crianças nunca desenvolveram o seu potencial intelectual e físico devido à carência de nutrientes.

O Dia Mundial dos Alimentos marca o 68.º aniversário da fundação da FAO na cidade canadiana do Quebec, a 16 de outubro de 1945.

 


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