Da natureza equívoca do balanço do final do ano – Parafraseando Fernando Pessoa, o balanço é um fingidor, pois a memória acaba por nos atraiçoar. Seleccionamos factos, eventos, momentos para os alinharmos num balanço e, de algum modo, reconstruirmos o tempo que passou. Escrevemos sobre ontem, com a memória de hoje. O balanço...
