Naqueles promontórios talhados no meio do Atlântico, o género era o medo e o medo era Deus... Género era adjetivo para distinguir o homem da mulher.
Passavam barcos e aviões e as notícias vinham em cartas e em barris da América... e o género eram os dollars, era-se homem de dinheiro ou não se tinha nome, quando nada se tinha.
Nascia-se, à priori, com ou sem género de sorte - “à mulher, nada...
A princípio era o género... e o verbo era Deus
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