Pensou-se algures, em meados de 2021, que este ano seria são e escorreito. Já percebemos que não será. Quatro meses volvidos e vimos estalar uma guerra na Europa e a iminência duma catástrofe natural nos Açores. O coração dos açorianos, habituado à sismicidade latente, fez-se mais ansioso e atento. O boletim diário dos infetados com Covid-19 foi substituído pelo número diário de tremores de terra....
A impossível redenção
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