A minha questão não é decidir, em abstrato, qual o valor mais alto. A questão é perceber que existe um ajuste inevitável na tabela de valores consoante se vive em paz ou em guerra.
Em paz, somos educados para uma hierarquia larga, cheia de nuances: direitos, bem-estar, pluralismo, autonomia, projetos pessoais, a crença confortável de que o tempo é longo e previsível.
Em guerra, essa hierarquia...
A Gaveta
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