“A Comissão está a reforçar a sua preparação através de uma monitorização mais atenta das tendências e a cooperação reforçada com as agências da ONU relevantes e os países parceiros”, esclareceu hoje, na conferência de imprensa diária do executivo comunitário o porta-voz Markus Lammert.
O impacto dos confrontos nos fluxos migratórios ainda não é avaliável, mas Bruxelas assegura estar atenta a alterações e a prepara-se para um previsível aumento.
Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa “eliminar ameaças iminentes” do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica a ação conjunta contra o que classificou como uma “ameaça existencial”.
O Irão já confirmou a morte do 'ayatollah' Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989 e decretou um período de luto de 40 dias.
Segundo o Crescente Vermelho iraniano, os ataques de Israel e dos Estados Unidos já fizeram 787 mortos desde sábado. O Exército dos Estados Unidos confirmou a morte de seis militares norte-americanos.
