Trilhos dos Açores com Plano de Rápida Intervenção e Socorro

Trilhos dos Açores com Plano de Rápida Intervenção e Socorro

 

Susete Rodrigues/AO Online   Regional   28 de Ago de 2019, 16:06

A Rede de Percursos Pedestres dos Açores está a ser dotada com um Plano de Rápida Intervenção e Socorro, através da colocação de postes numerados ao longo de toda a extensão dos percursos e a posterior identificação dos possíveis caminhos que intersetam os trilhos e que permitem chegar às zonas de socorro, disse esta quarta-feira, a secretária regional da Energia, Ambiente e Turismo, citada em nota do Executivo.



Marta Guerreiro, que falava à margem de uma visita à ponte pedonal suspensa na Ribeira dos Cavaletes, na ilha de São Jorge, salientou que este “instrumento visa diminuir os tempos de espera, acautelando que o socorro é feito no menor tempo possível, com a identificação do melhor caminho para resgate”.


“Na prática, o pedestrianista ao ativar o 112, pode referir qual o último poste numerado que viu, o que permitirá identificar e restringir a zona de ação do resgate, bem como selecionar os meios que podem aceder ao local”, acrescentou.


Este é um trabalho conjunto com os Bombeiros e a Proteção Civil, que passa pelo trabalho de mapas específicos e que irá abranger todo o arquipélago.


“Neste momento estamos na fase da sua implementação, tendo em conta os mais de 83 trilhos e 700 quilómetros de percursos existentes na Região, acreditando-se que esta será uma ferramenta extremamente importante para garantir maior segurança a todos os amantes do pedestrianismo”, sublinhou Marta Guerreiro.


A titular da pasta do Turismo afirmou, ainda, que “seis ilhas contam já com trabalho desenvolvido para este Plano, destacando-se São Miguel, com uma implementação de cerca de 50%, São Jorge, com uma abrangência de praticamente 90%, e o Corvo, com a totalidade da rede”.


No que diz respeito à ponte pedonal suspensa na Ribeira dos Cavaletes, a secretária considerou a obra um “exemplo da valorização dos trilhos dos Açores e da sua fruição ativa”.


“Este era um investimento necessário para manter a qualidade e a segurança do trilho, não deixando de introduzir também alguma emoção”, frisou.



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