Em declarações à Lusa, Daniel Martins, da direção do Stop, explicou que o objetivo da petição é “dignificar a carreira destes profissionais”, assunto que está na base da paralisação.
“Eles são poucos e fazem tudo: limpam, são os enfermeiros das nossas crianças, os psicólogos, educadores de educação especial e são os primeiros a recebê-las e a entregá-las nos carros dos pais, ao final do dia”, disse o responsável, lembrando que os assistentes operacionais “recebem o ordenado mínimo desde o início e durante 30 anos”.
Daniel Martins sublinhou a falta de assistentes operacionais nas escolas e disse que é preciso impedir que a sociedade “falhe com estes profissionais”.
“A escola é um trabalho de equipa”, acrescentou, explicando que a proposta do Stop é para que o dia 15 de novembro seja o Dia Nacional do Assistente Operacional.
