Congresso

Seguro dedica discurso de abertura à diferenciação ideológica face ao Governo PSD/CDS

Seguro dedica discurso de abertura à diferenciação ideológica face ao Governo PSD/CDS

 

Lusa/Aonline   Nacional   9 de Set de 2011, 07:34

O secretário-geral do PS, António José Seguro, abre hoje o congresso do seu partido com um discurso de diferenciação ideológica face ao Governo PSD/CDS, reservando a apresentação de alternativas para a sua intervenção de encerramento, no domingo.

Tendo na tribuna de honra o fundador do PS e ex-Presidente da República, Mário Soares, o que acontece pela primeira vez desde que este abandonou as funções de líder em 1985, António José Seguro dedicará um dos capítulos mais importantes do seu discurso de hoje à justiça social.

“As pessoas estão primeiro” será o ‘slogan’ da liderança de Seguro nas próximas semanas, para traçar uma linha de demarcação face a uma alegada agenda liberal seguida pelo Executivo chefiado por Pedro Passos Coelho.

No domingo, dia de encerramento do congresso de Braga, António José Seguro dedicará a sua segunda intervenção de fundo à apresentação de alternativas políticas, procurando assim definir a agenda do seu partido a curto e médio prazo.

Uma das principais promessas do novo líder do PS é o de formular alternativas sempre que o seu partido se oponha às políticas seguidas pelo Governo PSD/CDS.

O dia de hoje do congresso do PS ficará ainda marcado pela eleição da deputada e ex-ministra Maria de Belém para o cargo de presidente do PS, substituindo Almeida Santos, que está neste lugar desde 1992, quando António Guterres derrotou Jorge Sampaio na corrida à liderança do PS.

Mário Soares, além de assistir à sessão de abertura, será esta tarde o principal orador da série de debates temáticos que antecederão o começo formal do congresso, falando sobre Europa, e fará parte da comissão de honra da assembleia magna socialista.

Segundo a equipa de António José Seguro, antigos secretários-gerais do PS como Jorge Sampaio, António Guterres, Ferro Rodrigues e José Sócrates também aceitaram fazer parte da comissão de honra do congresso.

Farão ainda parte da comissão de honra os ex-ministros Vera Jardim e António Arnaut.



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