PSD/Açores considera “inacreditável” redução de apoios comunitários para a região

PSD/Açores considera “inacreditável” redução de apoios comunitários para a região

 

Lusa/AO Online   Regional   8 de Mai de 2018, 18:44

O líder do PSD/Açores, Duarte Freitas, considerou hoje "inacreditável" a possível redução do envelope financeiro para o arquipélago açoriano, no âmbito do próximo quadro comunitário de apoio.

"A notícia da redução dos fundos comunitários é completamente inacreditável! Não aceitamos e não podemos acreditar que, nesta conjuntura, não se consiga manter o nível de financiamento comunitário", criticou o dirigente social-democrata, no arranque das jornadas parlamentares do PSD, que estão a decorrer na ilha Graciosa.

Segundo explicou, as notícias sobre a possível redução de apoios comunitários para Portugal e para os Açores, é motivo de "preocupação", uma vez que o arquipélago não conseguiu atingir a convergência desejada com o resto do país e da Europa, mesmo com os fundos que teve à sua disposição até agora, quanto mais num cenário de redução de apoios.

"Ainda há muito a fazer nos Açores e precisamos muito dos apoios de Bruxelas", advertiu o líder do PSD/Açores, recordando que tanto os setores da Agricultura e das Pescas, mas também o da Economia, dependem ainda, em parte, das ajudas comunitárias.

Na opinião de Duarte Freitas, "é preciso manter a força" e a "reivindicação", para que Portugal e os Açores consigam assegurar ou, se possível, aumentar o nível de apoios de fundos comunitários, recordando que nunca, como agora, a conjuntura foi tão favorável a um entendimento nesse sentido.

"É bom lembrar que o Governo Regional, o Governo da República e, inclusivamente, o presidente do Eurogrupo são da mesma cor partidária e, portanto, temos aqui uma boa conjuntura para conseguirmos uma boa negociação", insistiu o dirigente social-democrata.

O líder dos sociais-democratas açorianos lembrou ainda que as restantes forças políticas no arquipélago têm estado ao lado do Governo Regional nesta matéria, numa altura em que se assiste também a uma "sensibilidade acrescida", no seio da Europa, para a situação das regiões ultraperiféricas, como os Açores.



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