“O regime sionista é caracterizado pelo terrorismo de Estado. No entanto, a agressão dos Estados Unidos contra o Irão e o assassinato do líder mártir estabelecem um precedente em disputas internacionais que destruirá as normas jurídicas globais”, disse Pezeshkian, referindo-se ao assassinato do Líder Supremo do país, o ‘ayatollah’ Ali Khamenei.
“Se o mundo não se mantiver firme, as consequências serão devastadoras”, afirmou o chefe de Estado iraniano nas suas redes sociais.
As autoridades iranianas confirmaram mais de 1.200 mortes resultantes da ofensiva dos EUA e Israel sobre o Irão, embora a organização não-governamental Ativistas dos Direitos Humanos no Irão, sediada nos EUA, estime o número de mortos em mais de 3.000, a maioria civis.
Entre os mortos estão figuras proeminentes como Khamenei, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani, e os ministros da Defesa e de Informações, Aziz Nasirzadeh e Esmail Khatib, respetivamente, assim como oficiais de alta patente das Forças Armadas e de outras agências de segurança.
A ofensiva contra o Irão foi lançada a 28 de fevereiro, quando os Estados Unidos e o Irão tinham retomado as negociações com o objetivo de alcançar um novo acordo nuclear, o que levou Teerão a responder atacando território israelita e interesses norte-americanos na região do Médio Oriente, incluindo bases militares.
