Presidente do Governo dos Açores envia mensagem de pesar para África do Sul

Presidente do Governo dos Açores envia mensagem de pesar para África do Sul

 

Lusa/AO online   Regional   6 de Dez de 2013, 09:22

O presidente do Governo Regional dos Açores lamentou esta sexta-feira, em nome do executivo e do povo, a morte de Nelson Mandela, classificando-o como "uma inspiração" numa mensagem enviada ao Presidente da África do Sul.

“O seu percurso de vida, não isento de obstáculos, assentou na força das convicções e continuará a inspirar as gerações presentes e futuras e a ser um exemplo para todos os que, nas diferentes coordenadas geográficas, pugnam pelos mesmos valores da liberdade, da dignidade e dos direitos humanos”, sublinha a mensagem enviada por Vasco Cordeiro a Jacob Zuma.

O presidente do Governo dos Açores destacou a ação política e pública do antigo chefe de Estado da África do Sul que disse ter sido pautada pela “pela determinação e pela persistência, sem esquecer a reconciliação”, referindo tratar-se de “um exemplo inigualável e um património universal que merece o maior reconhecimento e admiração”.

Vasco Cordeiro, citado numa nota enviada pelo gabinete de apoio à comunicação social do executivo açoriano, acrescentou que Nelson Mandela é um dos grandes vultos do nosso tempo e um líder cujo carisma, forjado na provação, mobilizou, e ainda hoje é capaz de mobilizar, o “admirável poder transformador dos ideais”.

Nelson Mandela, líder da luta contra o "apartheid", morreu na quinta-feira, aos 95 anos, tendo sido o primeiro presidente negro da África do Sul, entre 1994 e 1999.

Um dos políticos mais conhecidos e respeitados do mundo, Mandela, também conhecido como Madiba, esteve preso 28 anos (1962-1990), acusado de sabotagem e luta armada contra o governo racista da África do Sul.

Mandela, que em 1993 recebeu o Prémio Nobel da Paz juntamente com Frederik de Klerk, tornou-se num dos principais estadistas do século XX, assumindo-se como uma referência na luta contra a segregação racial e sendo visto pelos seus compatriotas como o patriarca da "nação do arco-íris".



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