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Políticas sociais são prioridade para André Rodrigues

O candidato do Partido Socialista pelos Açores às eleições europeias do próximo dia 9 de junho, André Rodrigues, admitiu que os apoios sociais são prioridade para o PS, destacando o papel das IPSS na sua concretização.

Políticas sociais são prioridade para André Rodrigues

Autor: Carolina Moreira

Após uma reunião, na Praia da Vitória, com a União Regional das Instituições Particulares de Solidariedade Social dos Açores (URIPSSA), André Rodrigues garantiu “a determinação e o empenho da família socialista europeia no Parlamento Europeu quanto ao aprofundamento do Pilar Europeu dos Direitos Sociais da União, em todas as suas dimensões”.

No encontro, o socialista relembrou que “as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) são parceiras essenciais na concretização dos objetivos regionais, nacionais e europeus em áreas cruciais como o apoio social, o combate à exclusão, o apoio à terceira idade, os cuidados de saúde e o apoio à primeira infância, entre muitas outras valências”.

Considerando ainda que “essas instituições são também destinatárias importantes de fundos comunitários, que são vitais para ajudar a cumprir os objetivos da União Europeia”, e dando como exemplo “o atual Programa Operacional Açores 2030, que aloca 17% do seu montante global para a saúde e a inclusão social, o equivalente a 196 milhões de euros de um total de 1.140 milhões de euros”, disse citado em comunicado.

André Rodrigues, que ocupa o quinto lugar na lista nacional do PS ao Parlamento Europeu, afirmou ainda que “a União Europeia defendida pelo Partido Socialista não é a de um projeto tecnocrático e burocrático” que está “lá longe e não nos diz respeito”.

“Não, ela baseia-se no progresso social, no bem-estar e na solidariedade”, apontou.

Em nota de imprensa, André Rodrigues assinalou ainda que “a família socialista reconhece que todos os grupos etários na Europa enfrentam desafios específicos”, salientando que “é exatamente isso que torna imperativo fornecer respostas progressivas às preocupações das diferentes gerações”.

“Esta necessidade torna-se ainda mais premente nas sociedades atuais, caracterizadas pelo envelhecimento populacional. As tendências de menor número de filhos e maior longevidade estão a alterar a distribuição etária, o que exige a adaptação das nossas políticas para promover o apoio intergeracional solidário, beneficiando tanto os jovens como os idosos e contribuindo para a coesão social”, destacou.

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