PJ com 42 novos inspectores


 

Lusa/Ao On line   Nacional   11 de Nov de 2009, 05:31

A PJ propõe-se reforçar, até 2011, o combate ao crime económico-financeiro e informático com 242 novos inspectores, disse à agência Lusa o director-nacional da Polícia Judiciária, Almeida Rodrigues.

Almeida Rodrigues falava à Lusa depois de, na terça-feira, o Ministério da Justiça ter anunciado a aprovação do concurso para admissão de cem novos inspectores, assim como de 12 especialistas superiores e 14 especialistas adjuntos, segundo proposta da PJ.

Com os cem novos inspectores, jovens licenciados cujo estágio profissional integrado numa brigada criminal poderá começar em 2011 após a conclusão do curso a iniciar em Setembro de 2010, a Polícia Judiciária pretende intensificar a investigação e o combate à criminalidade económico-financeira, a reforçar com a admissão de 12 peritos financeiros.

Já os 14 especialistas adjuntos, polícias científicos, a recrutar destinam-se a efectuar exames aos locais de crimes violentos e de "grande danosidade social", precisou o director-nacional da PJ.

Almeida Rodrigues adiantou que ainda em Novembro será lançado um concurso para admissão de 30 inspectores-chefe e dez coordenadores, que irão supervisionar o trabalho de 142 inspectores-estagiários, cuja formação deverá terminar no primeiro trimestre de 2010.

Com estes 142 novos inspectores, a PJ quer não só aumentar o combate à criminalidade económico-financeira mas também informática e violenta.

Salientando que, "pela primeira vez", a Polícia Judiciária aposta, com "o apoio da tutela", numa "gestão provisional de efectivos", Almeida Rodrigues referiu que a meta da instituição será promover um recrutamento anual de pessoal, "em função das necessidades" vigentes.

O director-nacional da PJ sublinhou que, nos últimos três anos, a Polícia Judiciária ganhou mais 250 inspectores, o equivalente a "quase um quinto do efectivo" actual.

A PJ é o principal órgão policial de investigação criminal em Portugal, vocacionado para o combate à grande criminalidade, nomeadamente ao crime organizado, terrorismo, tráfico de estupefacientes, corrupção e criminalidade económica e financeira.


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