Pires de Lima assume "obsessão" com saída da "troika" em junho de 2014


 

Lusa/AO online   Economia   11 de Out de 2013, 15:31

O cumprimento da data prevista para o fim do programa de assistência internacional a Portugal é uma "obsessão" do Governo, afirmou o ministro da Economia, realçando que isso implicará uma diminuição do risco que possibilitará atrair mais investimento.

 

"Temos uma obsessão, que é terminar este programa de assistência económico e financeiro o mais rapidamente possível", afirmou o governante na comissão de economia e obras públicas, no Parlamento, apontando para junho de 2014.

Segundo Pires de Lima, a intervenção externa "representa uma limitação objetiva à economia" portuguesa, já que, com a saída da ‘troika' (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetária Internacional) haverá uma "diminuição do risco, que tornará mais fácil atrair investimento externo".


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