Ocupação dos hotéis desce para 78% em outubro mas preços médios sobem

Ocupação dos hotéis desce para 78% em outubro mas preços médios sobem

 

Lusa/AO Online   Nacional   20 de Dez de 2018, 09:17

A taxa de ocupação hoteleira a nível nacional desceu 1,1 pontos percentuais em outubro, fixando-se nos 78%, mas os preços médios por quarto ocupado e disponível subiram, face ao mês homólogo.

Segundo dados divulgados pela AHP – Associação da Hotelaria de Portugal “no mês de outubro de 2018 a taxa de ocupação desceu 1,1 pontos percentuais (p.p.) enquanto o ARR [preço médio por quarto ocupado] e RevPAR [preço médio por quarto disponível] registaram crescimentos de 2% e 1%, respetivamente”.

Numa nota enviada hoje, a AHP detalhou que, com a redução, a taxa de ocupação a nível nacional fixou-se nos 78% e que os destinos turísticos com a taxa de ocupação mais elevada foram Lisboa (90%), Grande Porto (87%) e Madeira (82%).

A AHP informou ainda que “verificou-se, neste mês, a nível nacional uma variação positiva apenas" nos estabelecimentos de duas estrelas, que cresceram "1,1 p.p. face a igual período do ano anterior”.

O ARR fixou-se em 93 euros, “com os destinos Viseu (mais 17%), Alentejo (mais 13%) e Costa Azul (mais 12%) a registarem em outubro a melhor performance”, face ao período homólogo. Só os hotéis de 5 estrelas não cresceram no preço médio por quarto ocupado, revelou a associação.

O RevPar, por sua vez, atingiu os 72 euros, “mais 1% face ao período homólogo. Os destinos turísticos com o RevPar mais elevado foram Lisboa (113 euros), Grande Porto (82 euros) e Estoril/Sintra (70 euros)”, segundo a AHP.

No mesmo comunicado, Cristina Siza Vieira, da AHP, salientou que “este mês de outubro de 2018 é bastante assimétrico nos resultados. Por um lado, assistimos a uma recuperação na taxa de ocupação nos Açores, que vinha apresentando resultados negativos desde o início do ano”, mas pelo contrário, “assistimos à quebra da ocupação da hotelaria neste mês de outubro de destinos que têm estado em crescimento desde o início do ano, como é o caso do Alentejo e Costa Azul”, explicou.


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