Açoriano Oriental
O futebol não tem BI ou como Basílio Almeida não sabe parar de marcar golos aos 48 anos

Aos 48 anos, Basílio Almeida, jogador nascido e formado no Valadares continua a dar cartas e já leva cinco golos pelo Desportivo de São Roque, onde também é vice-presidente. O avançado passa em revista três décadas a fazer o que mais gosta.


Foto: Eduardo Resendes
Autor: Nuno Martins Neves

Como é que aos 48 anos ainda joga?
Paixão: quando temos paixão por algo, insistimos, não desistimos, à chuva, ao sol, com lesões... Aquela vontade de continuar é a força que nós leva a fazer alguns sacrifícios. É algo que eu gosto muito, portanto é tudo uma conjuntura de fatores com que fico mais motivado. E a teimosia, claro: mas a verdade é que, com esta idade, consigo estar a um bom nível competitivo.
Não é a idade, se é 20, ou 50, mas sim o nível competitivo que se apresenta. Às vezes temos 20 e não somos competitivos. Felizmente treino todos os dias e isso ajuda-me a estar preparado para esta competição que também não é tão exigente como outras ligas, claro.



Pode ler a entrevista na integra na edição desta quinta-feira, 5 dezembro 2019, do jornal Açoriano Oriental

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