Nordeste quer investir 600 mil euros para melhorar duas escolas primárias

A Câmara Municipal do Nordeste pediu apoio de fundos comunitários para investir 600 mil euros em “melhoramentos” das escolas do primeiro ciclo da vila e da Lomba da Fazenda, encontrando-se a aguardar aprovação



Em comunicado, a autarquia avança que realizou “um levantamento exaustivo das necessidades das duas escolas do 1º ciclo, estando contempladas obras gerais, desde substituição de pisos a muitas outras obras que visam dar mais conforto e responder às necessidades atuais”.

O anúncio surgiu após uma reunião com a Associação de Pais da Escola Básica e Secundária do concelho, que decorreu no passado dia 4 de fevereiro, na qual os encarregados de educação também alertaram para a necessidade de intervenção nas duas escolas em causa.

Na mesma audiência, o presidente da Câmara, António Miguel Soares, também informou ter apresentado uma candidatura à Associação para o Desenvolvimento e Promoção Rural (ASDEPR), ao abrigo do Prorural, com vista à “aquisição de uma viatura de nove lugares para servir a Escola Básica e Secundária ao abrigo de protocolo a celebrar entre ambas as entidades”.

Segundo o comunicado, na ocasião, o autarca realçou o “bom entendimento” que tem existido entre o município e a escola na resolução de “todas as questões e problemas apresentados, com o objetivo de contribuir para a qualidade do ensino e o futuro das crianças e jovens do concelho, mesmo nas situações que não são da responsabilidade do município”.

António Miguel Soares mostrou ainda “disponibilidade total” à associação de pais para que possam recorrer diretamente à presidência “sempre que entenda ser necessário”, pode ler-se na nota.

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Metade dos arguidos do processo Asclépio vão a julgamento, entre eles o médico Paulo Margato, o empresário Pedro Gomes e a empresa Açormédica, revelou hoje de manhã o juiz de instrução. Ministério Público acusava arguidos de 55 crimes, só vão ser julgados 18, entre eles corrupção ativa, corrupção passiva, abuso de poder e acesso ilegítimo