Nestlé Cafés Torrados deverá manter vendas nos 110 ME


 

Lusa/AO online   Economia   2 de Out de 2007, 02:46

A Nestlé Cafés Torrados registou vendas de cerca de 110 milhões de euros em 2006 esperando para este ano manter a facturação em "valores próximos" daquele, avançou hoje à Lusa uma fonte da empresa.
     A directora de Marketing da empresa, Maria José Santos, referiu que a marca mais vendida em termos de volume é a Buondi, com cerca de um terço, seguindo-se a Sical, com 50 por cento, ficando o restante da facturação por conta da Tofa e da Christina, ambas de âmbito mais regional.

    Quando a análise é feita com base no valor, a Buondi atinge cerca de 40 por cento do total da empresa, devido à influência do consumo fora do lar, explica.

    A Tofa é uma marca com mais procura nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores e em Lisboa, enquanto a Christina é mais vendida no norte do país.

    Num ponto de venda médio de café, a Nestlé vende 25 quilogramas de café por mês, ou seja, cerca de quatro mil "bicas".

    Quanto à Nespresso, uma marca igualmente da Nestlé, mas desenvolvida autonomamente por outra empresa, Maria José Santos defende que se dirige a segmentos de consumo diferentes, além de ser para utilizar em casa.

    A Nespresso tem actualmente duas lojas em Portugal onde os seus clientes podem adquirir o café, apresentado em cápsulas, e as respectivas máquinas, mas ambos os produtos podem ser encomendados via telefone ou internet e serão entregues na casa do consumidor.

    A Sical abre hoje mais uma loja da marca em Lisboa e dos seus planos consta a meta de ter 10 novas lojas por ano para atingir em 2010 as 150 unidades.

    Uma informação desta empresa do grupo Nestlé refere que o mercado de cafés torrados é muito competitivo, tanto no segmento Lar como no segmento Fora do Lar, no qual actua um grande número de marcas concorrentes, muitas delas regionais e até locais.

    A concorrência no Consumo no Lar é reforçada pela concentração das vendas nos canais hipers e supermercados verificando-se, tal como em todos os mercados de bens de grande consumo, um decréscimo do papel das mercearias.
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