Nacionalização do BPN

Ministério das Finanças rejeita críticas de Miguel Cadilhe


 

Lusa / AO online   Economia   3 de Nov de 2008, 21:45

O Ministério das Finanças e da Administração Pública reagiu com surpresa às declarações do presidente do Banco Português de Negócios (BPN), reafirmando que a proposta do banco era muito "onerosa para os contribuintes".
    "Foi solicitado ao Estado que injectasse 600 milhões de euros no banco, o que implicaria que, parte das perdas existentes fossem de imediato da responsabilidade do Estado", explica o Ministério das Finanças em comunicado.

    Segundo o Ministério das Finanças, "a situação de insolvência do banco, e as suas perspectivas de evolução eram tais, que as possibilidades do Estado recuperar aquele montante eram diminutas, impondo assim aos contribuintes um custo inaceitável".

    O comunicado manifesta ainda a "surpresa" do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, com o facto de uma "proposta tão onerosa para os contribuintes tenha sido feita por um anterior titular da pasta".

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