Marinho Pinto lança hoje livro onde defende que direcção da PJ deve incluir só magistrados do MP


 

Lusa/ AO   Nacional   8 de Out de 2007, 09:43

O advogado António Marinho Pinto defende, num livro sobre a Justiça em Portugal a apresentar hoje, em Lisboa, que a direcção da Polícia Judiciária deve ser “constituída exclusivamente por magistrados do Ministério Público (MP) e nomeada pelo Parlamento”.
António Marinho Pinto é candidato a bastonário da Ordem dos Advogados (OA), cargo que disputa com Menezes Leitão, Magalhães e Silva e Garcia Pereira.

    Ao preconizar que a direcção da PJ seja nomeada pela Assembleia da República, Marinho Pinto admite que, se assim não for, essa designação tenha pelo menos o seu “parecer vinculativo”.

    O livro “Dura Lex - Retratos da Justiça Portuguesa” divide-se em três capítulos: “Direito e Cidadania”, “Magistrados e Tribunais” e “A Advocacia e a Ordem dos Advogados”.

    “São retratos da Justiça, instantâneos da vida jurídica e do Direito em Portugal”, sintetizou Marinho Pinto em declarações à Lusa.

    A obra inclui cerca de 60 textos sobre os problemas do sistema judicial em Portugal, alguns inéditos e outros publicados nos últimos anos em diversos jornais, designadamente no semanário Expresso, onde o autor assinou uma crónica intitulada “Dura Lex”.

    Editado pela MinervaCoimbra, o livro de António Marinho Pinto é apresentado pelo fiscalista Luís Saldanha Sanches, na segunda-feira, às 18:30, no El Corte Inglês, em Lisboa.
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