Manuel Monteiro espera ajudar ao “reforço e crescimento” do CDS


 

Lusa/Ao online   Nacional   20 de Out de 2018, 03:51

O ex-líder centrista Manuel Monteiro, que no sábado participa numa conferência de uma tendência do CDS-PP, em Lisboa, disse esta sexta feira esperar que sua participação contribua para “o reforço e o crescimento” do partido “enquanto alternativa ao PS”.

“Espero que seja um contributo para uma reflexão sobre Portugal como nação e contributo igualmente para o reforço e o crescimento do CDS enquanto alternativa ao PS”, afirmou à agência Lusa Manuel Monteiro, sobre a sua participação no chamado congresso “Pensar Portugal”, da tendência “Em Movimento” (TEM).

O antigo líder vai falar sobre Portugal e Mundo num encontro organizado pela TEM, de Abel Matos Santos, que defende abertamente o regresso de Monteiro, e para o qual também está anunciada a presença da presidente do partido, Assunção Cristas.

No encontro participam várias personalidades, entre elas os economistas João Ferreira do Amaral, para falar sobre a economia e o euro, e Nuno Garoupa, para abordar o tema da justiça e corrupção.

Outros oradores serão o professor de Direito Paulo Otero, para falar sobre a direita e o Estado Social, Brandão Ferreira acerca das Forças Armadas, além de Francisco Rodrigues dos Santos, presidente da Juventude Popular.

Líder dos centristas entre 1992 e 1998, Manuel Monteiro saiu do CDS em rutura com Paulo Portas, para fundar o Partido da Nova Democracia, em 2003, extinto em 2010 pelo Tribunal Constitucional.

Candidato da Nova Democracia em Braga nas eleições legislativas de 2009, Monteiro obteve apenas 0,7% dos votos e a sucessão de desaires ditou o fim do partido que disputava o espaço da direita ao CDS.

O seu regresso ao partido fundado por Adriano Moreira é defendido abertamente por Abel Matos Santos, da TEM, e visto com simpatia por outros quadrantes do partido.

Em março de 2017, numa entrevista à Antena 1, Manuel Monteiro admitiu um eventual regresso ao CDS.

“Se fizer alguma coisa, há de ser no CDS, se daqui a vários anos tiver, ou não, novo impulso para participar na vida política”, disse.



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