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Mais de uma centena de jornalistas perderam a vida em 2010


 

Lusa/AO online   Internacional   27 de Dez de 2010, 17:30

Cento e cinco jornalistas morreram este ano no exercício da sua profissão em 33 países, com especial destaque para o México e Paquistão onde se verificaram mais mortes, segundo a organização não-governamental Campanha Emblema de Imprensa (PEC).
De acordo com o relatório da organização, 14 jornalistas perderam a vida no México e outros 14 no Paquistão, números que colocam estes dois países no topo da lista dos mais perigosos para o exercício da profissão.

Entre os países lusófonos, o relatório da organização Não Governamental, destaca o Brasil com o registo de quatro mortes e Angola com dois profissionais a perderem a vida em trabalho.

Na lista dos países mais perigosos, além do México e do Paquistão, surge também as Honduras com o registo de nove jornalistas mortos, assim como o Iraque onde outros nove profissionais da comunicação social perderam a vida desde Janeiro.

Nas Filipinas - país que em 2009 ficou manchado pelo massacre de 122 profissionais da comunicação social - seis jornalistas perderam a vida, enquanto na Rússia foram mortos cinco e na Colômbia quatro.

A ONG reporta ainda que dois jornalistas morreram no Afeganistão, país onde um grupo de talibãs mantém como reféns há cerca de um ano dois repórteres da Televisão francesa.

Na lista de países com registo de mortes estão também a Tailândia (2), Índia (2) e a Venezuela (2).

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