Red Bull Air Race

Kirby Chambliss obtém pole position

Kirby Chambliss obtém pole position

 

LUSA/AO   Outras modalidades   6 de Set de 2008, 17:49

 O norte-americano Kirby Chambliss conseguiu a pole position, com o austríaco Hannes Arch na segunda posição e os britânicos Paul Bonhomme e Nigel Lamb nas posições imediatas

O piloto britânico Steve Jones, que venceu o Red Bull Air Race do Porto/Gaia em 2007, não conseguiu este ano qualificar-se para a final de, ficando em nono lugar nas provas de qualificação hoje realizadas.
Foi o norte-americano Kirby Chambliss que conseguiu a "pole position", com o austríaco Hannes Arch na segunda posição e os britânicos Paul Bonhomme e Nigel Lamb nas posições imediatas.
Os outros quatro pilotos que se classificaram para o Super Eights, ou seja, os oitavos de final, são o norte-americano Mike Mangold, o húngaro Peter Besenyei, o espanhol Alejandro Maclean e o norte-amenricano Michael Goulian.
Steve Jones ficou na nona posição e vai por isso disputar domingo o ponto relativo ao nono lugar com os outros três membros do quarteto dos mais lentos - o francês Nicolas Ivanoff, o russo Sergey Rakhmanin e o sul-africano Dell Glen, o estreante deste ano.
Este despique, intitulado Point One, realiza-se domingo, a partir das 13h30, antes do Super Eights, marcado para as 13h45.
As meias-finais realizam-se às 14h30, com os quatro pilotos mais rápidos do Super Eights, apurando os dois pilotos mais rápidos, para a final, que se disputa às 15h15.
Antes disso, às 15h05, os vencidos das meias-finais disputarão o terceiro lugar da prova.
Tal como aconteceu hoje estão previstas as exibições dos pilotos da Breitling, dos helicópteros da Marinha e dos Asas de Portugal, a esquadrilha acrobática da Força Aérea Portuguesa. A Red Bull Air Race, considerada a Fórmula 1 dos céus, atraiu na edição de 2007 cerca de 600 mil pessoas às margens do rio Douro, naquela que foi a primeira vez que a prova teve lugar no Porto.
Trata-se de uma corrida em que os aviões realizam um circuito a uma velocidade máxima de 400 quilómetros por hora, entre pilares insufláveis, com cerca de 20 metros de altura, colocados no Douro, entre o viaduto de Massarelos e a ponte Luís I, num percurso que obriga a uma grande capacidade acrobática por parte dos pilotos.


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