Fusão BPI/BCP

Jardim Gonçalves indisponível para qualquer cargo no novo banco


 

Lusa / AO online   Economia   30 de Out de 2007, 09:33

O presidente do Conselho Geral e de Supervisão (CGS) do BCP, Jorge Jardim Gonçalves, anunciou segunda-feira a sua “total indisponibilidade” para assumir qualquer cargo na instituição que resultar de uma eventual fusão com o BPI.
Jardim Gonçalves anunciou esta decisão na reunião de segunda-feira do CGS, que se seguiu à reunião do conselho de administração do maior banco privado português, onde foi analisada a proposta de fusão feita pelo BPI.

Esta notícia foi dada pela RTP e confirmada pela agência Lusa junto de duas fontes da instituição financeira.

Fonte do BCP disse à Lusa que Jardim Gonçalves disse que iria “colaborar totalmente com o actual conselho de administração executivo” do BCP na análise à proposta de fusão feita pelo BPI.

O fundador do BCP afirmou, também, a sua “total indisponibilidade para assumir quaisquer cargos ou desempenhar funções” na instituição que possa vir a resultar da fusão entre o maior banco privado português e o BPI.

O BPI anunciou a 25 de Outubro que enviou ao conselho de administração executivo do Banco Comercial Português (BCP) uma proposta de fusão dos dois bancos, oferecendo meia acção sua por cada acção do BCP.

A proposta está a ser analisada pelo conselho de administração do BCP, presidido por Filipe Pinhal, que se pronunciará terça-feira, pela primeira vez, sobre as condições do negócio proposto.

Como a Lusa noticiou segunda-feira, o conselho de administração do BCP contratou os bancos norte-americanos Citibank e Merrill Lynch para o assessorarem na análise à proposta de fusão apresentada pelo BPI.
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