Tecnologias de Informação

Intervenção de Sócrates centrada na promoção do Magalhães

O primeiro-ministro, José Sócrates, fez da sua primeira intervenção na Cimeira Ibero-Americana “um momento de promoção” do computador Magalhães, presente na mesa de trabalho dos 22 Chefes de Estado e de Governo.


Durante mais de cinco minutos Sócrates apresentou o Magalhães como sendo “o primeiro grande computador ibero-americano” dizendo mesmo que é uma “espécie de Tintim: para ser usado desde os sete aos 77 anos”.

    “Não há um computador mais ibero-americano do que este, desde logo porque se chama Magalhães – e não há nome mais ibero-americano do que Magalhães”, disse o primeiro-ministro, acrescentando que todos os seus assessores usam diariamente o Magalhães para o seu trabalho.

    “Não precisam de mais nada”, reforçou, acrescentando que o Magalhães é um “computador de última geração”, dotado de um processador da Intel, construído em Portugal e que está a ser distribuído nas escolas do ensino básico em Portugal.

    “Foi pensado para as crianças e por isso é resistente ao choque. O Presidente [Hugo] Chávez já o atirou ao chão e não o conseguiu partir”, disse Sócrates, arrancando sorrisos dos Chefes de Estado e do Governo.

    Enquanto Sócrates discursava, governantes como Evo Morales, da Bolívia, e até o anfitrião António Saca aproveitavam a rede “wirelless” do palácio da Cimeira para navegar na Internet usando o Magalhães.

    Saca foi mesmo mais longe e depois de agradecer a oferta do Magalhães, que esteve sempre em primeiro plano na transmissão televisiva para a América Latina, prometeu comparecer na Cimeira de 2009, em Portugal, usando o pequeno computador como instrumento de trabalho.

    Também Filipe Calderon, presidente do México, destacou a importância de projectos como o “Magalhães” na formação e educação dos jovens, referindo que o acesso à educação e às novas tecnologias na América Latina continua a ser muito baixo entre os jovens.

    O “momento de promoção”, como lhe chamou Sócrates, durou quase seis minutos, e serviu de ligação à mensagem central do discurso do primeiro-ministro: a ideia de que “só a educação permite o sucesso económico”.

    “O investimento em educação é aquele que pode oferecer um maior retorno, uma maior igualdade de oportunidades aos jovens e ser um trunfo importante de inclusão e participação na vida democrática”, reforçou.
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