Casas de banho na Lomba da Maia vandalizadas

As casas de banho públicas no Largo da Igreja na freguesia da Lomba da Maia foram vandalizadas no passado fim de semana. A Junta de Freguesia estima um prejuízo de dois mil euros



As casas de banho públicas do Largo da Igreja, na freguesia da Lomba da Maia, foram alvo de atos de vandalismo na noite de sábado para domingo, obrigando ao seu encerramento por tempo indeterminado. A informação foi divulgada pela Junta de Freguesia através de uma publicação na rede social Facebook, acompanhada de fotografias.

Em declarações ao Açoriano Oriental, o presidente da Junta de Freguesia da Lomba da Maia, Marco Ponte, revelou que os prejuízos rondam os dois mil euros, um valor que representa um forte impacto no orçamento da freguesia, que dispõe de recursos financeiros limitados. “É um encargo pesado para uma autarquia com pouco dinheiro disponível”, sublinhou.

O presidente da Junta salientou que as sanitas, os lavatórios, as portas e as luzes foram vandalizadas. O autarca explicou ainda que a ocorrência foi prontamente comunicada às autoridades, tendo sido formalizada uma queixa junto da Polícia de Segurança Pública dos Açores.

A Junta de Freguesia pretende proceder à reparação das instalações o mais rapidamente possível, com o objetivo de ter tudo reposto e funcional antes do verão, altura em que a utilização do espaço tende a aumentar.

Marcos Ponte lembrou ainda que este episódio não é um caso isolado na freguesia. Há alguns meses, o moinho da freguesia, que tinha sido alvo de obras de recuperação, também foi vandalizado, permanecendo ainda por reparar, devido à falta de verbas.

Na mesma publicação, a Junta de Freguesia lamenta os transtornos causados à população e reforça o apelo ao civismo e ao respeito pelos espaços públicos, salientando que este tipo de comportamentos prejudica todos os residentes do local.

“Lamentamos os transtornos causados e reforçamos que este tipo de comportamento prejudica toda a comunidade, gerando custos e problemas que poderiam ser evitados. Apelamos ao civismo e ao respeito pelos espaços públicos, que são de todos”, lê-se na nota.

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