Governo quer alargar e-Escolas a outros anos


 

Lusa / AO online   Nacional   14 de Nov de 2007, 16:34

O primeiro-ministro afirmou que o Governo tenciona alargar o programa e-Escolas, de atribuição de computadores e acesso à Internet em banda larga, a outros anos escolares além do ensino secundário, a partir do próximo ano lectivo
O primeiro-ministro, que falava hoje numa cerimónia de entrega de computadores no âmbito do e-Escolas, sublinhou “a grande adesão” ao programa e referiu que este sucesso leva o Governo “a ter esperança” de alargá-lo a outros âmbitos do ensino “e a mais professores”.
Sublinhando que desde o início do ano lectivo já foram entregues cerca de 40 mil computadores, o primeiro-ministro revelou que as previsões apontam para que este número suba para 70 mil até final do ano (a previsão do Executivo é de ver entregues 200 mil portáteis até final de 2009).
O governante também destacou o facto de o programa ter permitido “dinamizar” as ofertas de banda larga dos operadores móveis TMN, Vodafone e Optimus, com os quais o Governo tenciona continuar a colaborar no alargamento do e-Escolas.
Afirmando que o e-Escolas “é um programa emblemático do Plano Tecnológico”, Sócrates notou que o programa actua “em áreas críticas”, como a educação e formação, áreas que permitem “mudar a sociedade”.
Frisando que o uso de computadores e da banda larga são indissociáveis da modernização e crescimento económico dos países, o chefe de Governo assegurou que o e-Escolas “vai levar computadores a casa das pessoas dez anos antes do que aconteceria se não existisse”.
O primeiro-ministro também se congratulou com o prémio hoje entregue pela Toshiba Europa ao Estado portugês, que reconhece o e-Escolas como o melhor projecto europeu no âmbito da sociedade da informação.
“Essa distinção coloca Portugal como um dos países que mais aposta neste nível de informatização acelerado”, disse o primeiro-ministro.
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