Governo dos Açores quer região como referência no uso sustentável do mar

O Governo dos Açores declarou ter a "ambição" de tornar a região uma "referência no uso sustentável do mar", contando agora com a colaboração de uma "uma rede internacional de parceiros" para "melhorar a conservação marinha".



Em nota enviada à imprensa pelo gabinete do secretário regional do Mar, Ciência e Tecnologia, que se encontra nos Emirados Árabes Unidos na Cimeira Mundial dos Oceanos, é referido que a rede de parceiros, chamada "Blue Prosperity Coalition", foi apresentada durante o evento e associou-se ao executivo açoriano na "ambição de alargar as áreas marinhas protegidas" da região.

A "Blue Prosperity Coalition", diz o secretário regional, Gui Menezes, citado na nota de imprensa, vai contribuir para o desenvolvimento da economia azul na região e para o uso sustentável do mar açoriano, na medida em que esta organização poderá financiar, por exemplo, projetos ligados à biotecnologia marinha, mas também ações de promoção da literacia dos oceanos.

"Estas parcerias são muito importantes para termos uma economia cada vez mais sustentável" e podem contribuir para os Açores "manterem uma imagem de sustentabilidade", prosseguiu o governante.

Gui Menezes advoga que os Açores têm “boa ciência, boa governação e um setor pesqueiro bem estruturado”, salientando que existem condições para serem "bem-sucedidos" e para darem "um sinal ao mundo de que são uma região que quer fazer diferente" no que diz respeito a áreas como a sobrepesca, a pesca ilegal e o lixo marinho, nomeadamente a poluição causada pelos plásticos.

"A ambição deste Governo [Regional] é que, daqui a uns anos, sejamos uma região de referência no uso sustentável do mar, e que isso possa servir de exemplo a outras regiões e países”, sublinhou o titular da pasta do Mar do Governo dos Açores.


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João Pedro Barbosa, que vai lançar na próxima sexta-feira, dia 6 de fevereiro, o livro ‘Açores no Céu - Aviação, Turismo e o Futuro de um Arquipélago Atlântico’, reconhece a preocupação cada vez maior que existe em equilibrar o transporte aéreo entre as várias ilhas, mas não deixa de alertar, face à forma como tem sido gerido o transporte aéreo nos Açores, que é preciso ter sempre um ‘Plano B’ que aposte na diversificação de operadores