Vinhos

Exportações de vinhos alentejanos crescem 34,5 por cento

Exportações de vinhos alentejanos crescem 34,5 por cento

 

Lusa/AO online   Economia   26 de Dez de 2011, 11:28

Os vinhos do Alentejo aumentaram de Janeiro a Outubro deste ano as exportações para os principais mercados fora da União Europeia (UE) em 34,5 por cento, com Angola a liderar o "ranking", segundo a CVRA.
Comparando os dados com igual período de 2010, a Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) revelou que os países que mais aumentaram o volume de importações foram Angola, em primeiro lugar, com 82,5 por cento de aumento, seguido da China (juntamente com Macau e Hong Kong) com 44 por cento, e Brasil e Canadá, com 14,9 e 10,2 por cento, respectivamente

O director de marketing da CVRA, Tiago Caravana, disse que Angola, Brasil, Estados Unidos, China e Canadá são, actualmente, por esta ordem, os cinco principais mercados de destino dos vinhos do Alentejo.

"Felizmente para os vinhos do Alentejo, os nossos principais mercados de exportação, à excepção dos Estados unidos, são os países que estão a apresentar maior crescimento económico a nível mundial", salientou Tiago Caravana.

O director de marketing da CVRA considerou que Angola foi o mercado que registou este ano, até Outubro, um "maior aumento" das importações dos vinhos alentejanos, realçando que "não era esperado um crescimento tão grande".

Em relação ao Brasil, Tiago Caravana referiu que esperavam "um crescimento maior", mas ressalvou que os dados de 2011 ainda não estão totalmente apurados, considerando que o mercado brasileiro "tem potencial para crescer muito".

"O mercado dos Estados Unidos, apesar da crise, teve um pequeno crescimento", observou.

Segundo a CVRA, a Rússia e a Noruega tiveram "um elevado aumento a nível percentual", embora com "números brutos" inferiores, comparativamente com Angola, China, Brasil e Canadá.

Para a Noruega, por exemplo, já foi exportado este ano, até outubro, cinco vezes mais vinho do que em igual período de 2010.

A CVRA considera que "estes fortes aumentos são bastante positivos para o país e demonstrativos da saúde dos vinhos portugueses, em particular dos vinhos do Alentejo, cada vez mais bem representados nos mercados mundiais".

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