Estruturas do PSD nas Flores e na Graciosa querem Bolieiro a liderar PSD/Açores

Estruturas do PSD nas Flores e na Graciosa querem Bolieiro a liderar PSD/Açores

 

Lusa/AO Online   Regional   28 de Out de 2019, 10:50

As comissões políticas do PSD na ilha Graciosa e na ilha das Flores manifestaram-se favoráveis a uma candidatura de José Manuel Bolieiro à liderança do PSD/Açores, que vai para eleições em dezembro.

Em notas enviadas à agência Lusa, ambas as estruturas lembram os desafios do partido para os próximos tempos e sublinham ter confiança no autarca de Ponta Delgada, e vice-presidente do PSD a nível nacional, para liderar os sociais-democratas açorianos.

"A candidatura de José Manuel Bolieiro será recebida por esta comissão política de ilha com confiança na sua capacidade de unir e liderar o PSD/Açores e na sua determinação em reafirmar o PSD/Açores como o partido sobre o qual recai a escolha dos açorianos para governar a vida coletiva da região", sustenta a comissão das Flores.

O texto do PSD da Graciosa vai no mesmo sentido: "Ouvidos os militantes da Graciosa […], confirmou-se a vontade da comissão política de ilha do PSD Graciosa em desafiar o companheiro José Manuel Bolieiro a encabeçar com a confiança e determinação que lhe é reconhecida um projeto ganhador que a maioria dos açorianos ambicionam para 2020".

Os Açores terão eleições regionais no próximo ano.

O Conselho Regional do PSD/Açores marcou no sábado eleições internas no partido para 14 de dezembro e um congresso regional para 17, 18 e 19 de janeiro, mas nenhum militante avançou ainda formalmente com uma candidatura à liderança da estrutura partidária.

O líder do PSD/Açores, Alexandre Gaudêncio, alvo de uma investigação da Polícia Judiciária por suspeita de violação de regras de contratação pública, de urbanismo e ordenamento do território na Câmara Municipal da Ribeira Grande, anunciou a sua demissão do cargo em 15 de outubro, acrescentando que iria pedir eleições internas diretas.

À saída do Conselho Regional do PSD/Açores, realizado na freguesia da Terra Chã, na ilha Terceira, durante mais de quatro horas, Alexandre Gaudêncio rejeitou revelar aos jornalistas se se pretendia recandidatar à liderança do partido.

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