Estado admite recuar na venda ou recomprar a TAP

Estado admite recuar na venda ou recomprar a TAP

 

Dinheiro Vivo   Economia   19 de Out de 2012, 09:27

Com apenas um candidato a passar à segunda fase da privatização da TAP - como o Dinheiro Vivo avançara, a Synergy Aerospace, detida pelo brasileiro-colombiano Germán Efromovich -, o risco de o Governo desistir do negócio e a operação falhar é real.

Apesar de ser pouco comum recuar num processo deste tipo. O próprio Executivo o admitiu ontem, quando anunciou a aprovação do caderno de encargos que define as regras da privatização da TAP.


"Havendo apenas um candidato, torna-se importante sublinhar, mesmo perante os cidadãos, os objetivos estratégicos. Se em algum momento da segunda fase não estiverem acautelados os interesses nacionais, o Estado pode abandonar o processo, sem lugar a qualquer tipo de indemnização", afirmou o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, após a reunião do Conselho de Ministros. Foi ainda assegurado o direito de preferência: no final do período de indisponibilidade das ações, o Executivo pode comprar a companhia se a Synergy entender aliená-la a terceiros.



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