Easyjet quer voar para os Açores "a curto prazo"

Easyjet quer voar para os Açores "a curto prazo"

 

Lusa/AO online   Regional   23 de Out de 2012, 11:56

A companhia aérea Easyjet pretende voar para os Açores "a curto prazo", aguardando a formação do novo Governo Regional para propor a liberalização do mercado, à semelhança do que aconteceu na Madeira.

"Após a formação do novo Governo nos Açores, retomaremos as negociações com o Governo regional e nacional para fazer algo similar ao que se fez na Madeira", afirmou esta terça-feira o diretor-geral da Easyjet Portugal e Espanha, Javier Gandara.

Em conferência de imprensa para anunciar o reforço da operação em Portugal, seis meses após a abertura da base operacional em Lisboa, o responsável da companhia britânica realçou que a alteração da regulamentação existente para aumentar o número de companhias com possibilidade de voar para os Açores teria benefícios para o turismo e para os açorianos.

"Basta olhar para o que aconteceu no espaço aéreo da Madeira, em que o aumento da concorrência levou a uma redução média das tarifas de 30%", declarou.

Javier Gandara adiantou que o aumento da concorrência e, sobretudo a entrada de companhias de baixo custo, como a Easyjet, teria vantagens para os consumidores e a economia local.

As ligações entre o Continente e os Açores estão limitadas a dois operadores (SATA e TAP), que realizam voos ao abrigo das obrigações de serviço público.

A operação de companhias de baixo custo para os Açores tem sido exigida por cidadãos, empresários económicos e turísticos.

A Easyjet anunciou hoje que vai reforçar a operação em Portugal com a aquisição de um terceiro avião, num investimento de 38 milhões de euros, para responder ao aumento da procura.

A companhia aérea de baixo custo vai contratar mais 25 trabalhadores, que se juntam aos 75 existentes, e abrir duas novas rotas (Bilbau e Valência), a partir de março.


Açormédia, S.A. | Todos os direitos reservados

Este site utiliza cookies: ao navegar no site está a consentir a sua utilização.
Consulte os termos e condições de utilização e a política de privacidade do site do Açoriano Oriental.