Saúde

Dois milhões de vacinas disponíveis nas farmácias e centros de saúde

Dois milhões de vacinas disponíveis nas farmácias e centros de saúde

 

Lusa/AO online   Nacional   3 de Out de 2011, 11:01

Cerca de 1,9 milhões de vacinas contra a gripe começam esta segunda-feira a ser vendidas nas farmácias e 350 mil distribuídas gratuitamente nos centros de saúde às pessoas mais desfavorecidas e institucionalizadas, disse à Lusa a subdirectora geral da Saúde.
"As vacinas já começaram a chegar às farmácias e centros de saúde e hoje começam a ser vendidas e distribuídas", adiantou Graça Freitas.

A vacina da gripe estará disponível de duas formas: nas farmácias de oficina mediante receita médica e nos centros de saúde para os grupos mais desfavorecidos a quem esteja indicada a vacina.

Assim, estarão disponíveis cerca de 350 mil doses de vacina para os beneficiários do complemento solidário para idosos, para os residentes em lares de idosos de instituições particulares de solidariedade social, das misericórdias e de gestão directa da segurança social e para os doentes integrados na rede de cuidados continuados.

Aos beneficiários do complemento solidário bastará dirigirem-se ao centro de saúde com um qualquer comprovativo da sua situação emitido pela Segurança Social.

Quanto às vacinas vendidas mediante receita médica, estarão disponíveis a partir de hoje e as receitas prescritas a partir de Agosto são válidas até 31 de Dezembro.

Como habitualmente, a Direcção Geral da Saúde (DGS) recomenda a vacina às pessoas com mais de 65 anos, aos doentes crónicos e imunodeprimidos com mais de seis meses e grávidas com mais de 12 semanas de gestação.

Este ano, a DGS recomenda que a vacina da gripe seja tomada também pelas pessoas entre os 60 e os 64 anos, um grupo que não é considerado normalmente como população-alvo.

Também os profissionais de saúde ou, por exemplo, trabalhadores de instituições de idosos são grupos-alvo da vacinação sazonal, que este ano protege contra três vírus.

Graça Freitas avançou que a DGS pretende atingir uma meta de vacinação de 50% dos idosos, no geral, e de 70 a 80% nos idosos em instituições.

A responsável reconhece contudo que, nos últimos anos, Portugal, tal como outros países, tem tido dificuldade em cumprir as metas da Organização Mundial de Saúde.

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