Açoriano Oriental
CDS vai aguardar resultados com "tranquilidade"

O vice-presidente do CDS-PP/Açores, Félix Rodrigues, disse que o partido vai aguardar com “naturalidade e tranquilidade” pelos resultados das eleições legislativas regionais, alegando que as projeções apontam para o número de deputados previsto.


Autor: Lusa/AO online


“O CDS vai esperar com muita naturalidade e tranquilidade. O nosso resultado estará dentro daquilo que é previsto, apontando-se para a possibilidade também de termos mais do que três. Nada está fechado neste momento”, avançou, em declarações aos jornalistas, a partir da sede do partido, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.

A projeção à boca das urnas realizada hoje pela Universidade Católica para a RTP aponta para uma percentagem entre 3% e 6% dos votos para o CDS-PP, podendo eleger entre um e três deputados.

Nas anteriores legislativas regionais, em 2016, o CDS-PP aumentou o seu grupo parlamentar de três para quatro deputados, reelegendo mandatos pelas ilhas Terceira e São Jorge e reforçando o número de parlamentares eleitos pelo círculo de compensação de um para dois.

À hora a que foram divulgadas as projeções pela RTP, a sala principal da sede do partido estava ainda vazia.

Segundo Félix Rodrigues, “a noite vai ser longa, porque há muitas indefinições, incluindo relativamente à votação do CDS-PP”.

O vice-presidente do CDS-PP/Açores ressalvou que “estas projeções têm alguns erros que estão associados normalmente aos pequenos partidos”, mostrando-se confiante na manutenção do grupo parlamentar atual.

“O CDS elegerá muito provavelmente três deputados, esperamos por um quarto. E veremos qual é o papel que o CDS terá a nível regional, num contexto em que aparenta que não teremos um governo de maioria absoluta na região”, frisou.

Questionado sobre o facto de a projeção apontar para um valor semelhante entre CDS-PP e Chega, Félix Rodrigues disse que a expressão eleitoral dos dois partidos dependerá das ilhas em que os votos forem alcançados, tendo em conta que “a percentagem não é diretamente proporcional ao número de pessoas que se elege”.

“Conhecendo as expressões eleitorais de diversas ilhas, é mais vantajoso o resultado para o CDS do que para o Chega”, apontou.

Quanto à possibilidade de o CDS ser “um partido de charneira”, num cenário de maioria relativa, o dirigente centrista disse que vários partidos poderão sê-lo e que “há muito em cima da mesa para discutir”.


 
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