Câmara da Praia da Vitória diz que CDS faz acusações "alienadas da realidade"

Câmara da Praia da Vitória diz que CDS faz acusações "alienadas da realidade"

 

Lusa/AO Online   Regional   25 de Jan de 2019, 17:23

A Câmara Municipal da Praia da Vitória, na ilha Terceira, diz que as acusações do CDS sobre a gestão das contas da autarquia são "alienadas da realidade" e contrariam a posição dos centristas na Assembleia Municipal.


"São acusações alienadas da realidade, sem qualquer proposta ou ideia para o futuro da Praia da Vitória. Identificamos apenas a diferença de posições do CDS Praia da Vitória com as posições do CDS na Assembleia Municipal, único órgão autárquico concelhio em que se faz representar, no qual tem concordado e inclusive votado a favor das propostas da câmara municipal, inclusive apresentando propostas que têm sido aceites pela câmara municipal", comentou fonte oficial da autarquia à agência Lusa.

O comentário da autarquia liderada pelo socialista Tibério Dinis surgiu após o CDS da Praia da Vitória ter acusado o executivo municipal de "gestão insustentável" das contas municipais, continuando a "propagar ilusões" quando "os velhos problemas continuam a persistir".

"Para o CDS, as vulnerabilidades do nosso concelho devem ser enfrentadas com lucidez. Não podemos condescender perante os desafios que a Praia da Vitória tem e terá pela frente nos próximos tempos. Devemos exigir uma gestão autárquica responsável, que coloque as pessoas como prioridade absoluta da sua ação", advogam os centristas praienses em nota enviada à imprensa após reunião realizada na quinta-feira.

O desenvolvimento do concelho, prossegue o partido, "deve reger-se por cinco pilares fundamentais", nomeadamente o implementar de um modelo estratégico de desenvolvimento assente nos setores estruturais da ilha, casos da agricultura e as pescas.

O CDS pede também um modelo que "promova e proteja o comércio tradicional, reforçando e dinamizando a atratividade do centro histórico da cidade", um modelo que "incentive o empreendedorismo e o investimento privado", um modelo que "alie a riqueza cultural e histórica ao turismo de natureza", e um modelo que "privilegie a transparência, a responsabilidade e o equilíbrio das contas municipais".




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