ASPP/PSP denuncia degradação das infraestruturas policiais e falta de agentes

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) manifestou preocupação com a degradação das infraestruturas policiais nos Açores, alertando que o edifício-sede apresenta “riscos estruturais graves”.




Na sequência de uma reunião com o Comando da Divisão Policial de Ponta Delgada, a ASPP/PSP aponta ainda, em comunicado, o “desgaste em traves-mestras e a presença perigosa de amianto, além de infiltrações em diversas esquadras”.

A associação foi ainda confrontada com a “falta gritante de polícias", situação que "compromete a segurança dos agentes e a capacidade de resposta às populações”.

A associação denunciou o “uso abusivo do piquete de investigação como meio ordinário” e questionou o “aumento das restrições de férias para o corrente ano”.

O Comando da Divisão informou a ASPP/PSP de que estão previstas obras de requalificação para junho de 2025, em parceria com a autarquia, e que estão a ser elaboradas propostas para reforçar a segurança operacional e reestruturar a área da investigação criminal.

“A ASPP/PSP congratula-se com a abertura institucional demonstrada, mas manter-se-á vigilante quanto à aplicação prática destas medidas, reafirmando o compromisso inabalável na defesa dos direitos dos profissionais da PSP”, conclui a nota.


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No segundo dia do julgamento das ex-auxiliares de educação acusadas de maus-tratos a crianças da creche da Casa do Povo de Rabo de Peixe, o tribunal ouviu educadoras e outras funcionárias. Juiz considerou que estas também deviam estar sentadas no banco dos réus, ao terem permitido que os maus tratos às crianças se prolongassem no tempo