António Mexia considerou "positiva" decisão de alienação de mais 5% do capital


 

Lusa / AO online   Economia   12 de Out de 2007, 15:15

O presidente executivo da EDP, António Mexia, considerou hoje a reprivatização de mais 5 por cento do capital da eléctrica como "uma solução positiva para lidar com um mercado europeu ainda em definição".
    A reprivatização até 5 por cento do capital social da EDP foi aprovada na quinta-feira em conselho de ministros por intermédio de emissão de obrigações convertíveis, que poderão ser susceptíveis de permuta ou reembolso com acções representativas da empresa.

    "Acho que é importante que o Estado mantenha as escolhas do seu lado, assim poderá manter uma opção em relação ao futuro da EDP", acrescentou em declarações à Lusa, à margem da apresentação do plano de sensibilização para a utilização racional de electricidade, lançado pela EDP.

    O Plano Eco que vai ter um investimento de 10 milhões de euros, pretende difundir uma mensagem de "sensibilização do público para as alterações climáticas em decurso", promovendo métodos e técnicas de poupança, do qual foi exemplo o Energy Bus, um autocarro temático em torno da utilização racional da electricidade.

    "Para que cada um possa perceber qual é o seu papel neste processo de mudança, este autocarro vai percorrer o país de Norte a Sul para informar e promover um consumo eficiente da energia eléctrica em Portugal".

    O Energy Bus vai dar a volta ao país até ao final de 2008 e pretende proporcionar aos visitantes uma viagem interactiva com equipamentos de demonstração de novas tecnologias, painéis informativos e folhetos com conselhos e incentivos à poupança de electricidade.
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