Ameaças de bomba fecham banco pela segunda vez

Ameaças de bomba fecham banco pela segunda vez

 

Paula Gouveia   Regional   28 de Set de 2007, 12:00

Hoje de manhã, pela segunda vez, em poucos meses, o edifício- sede da Caixa de Crédito Agrícola , em Ponta Delgada, teve de ser evacuado, depois de um funcionário da instituição bancária ter sido contactado por telefone a informar que se encontrava uma bomba no edifício.
A Polícia de Segurança Pública foi chamada ao local, tendo sido de imediato interdita a entrada nas instalações da Caixa de Crédito Agrícola, bem como a circulação junto ao edifício, no Largo da Matriz e em parte da Rua do Valverde.
Depois de uma vistoria ao local pela equipa de inactivação de engenhos explosivos e outros meios, as forças policiais concluíram que a ameaça de bomba era  falsa. Como explicou o subcomissário Ruben Medeiros, foram respeitados os procedimentos definidos internamente para situações de perigo que envolvem engenhos explosivos. Mas assim que se confirmou tratar-se de uma ameaça falsa, os meios da PSP foram desmobilizados e a instituição bancária pôde voltar a abrir portas ao público.

É a segunda ameaça de bomba,  dirigida à Caixa de Crédito Agrícola, nos últimos meses. Segundo Ruben Medeiros, “há uma investigação em relação à primeira ocorrência e estamos a reunir elementos para instaurar um inquérito-crime também em relação à segunda situação”. “Estamos a coligir a informação que existe nesta fase justamente para ver se existem semelhanças com a outra situação. E vamos fazer todos os possíveis para tentar localizar a origem da chamada”, referiu ainda.

A ameaça de bomba configura a prática de um crime, punido com uma pena de prisão até um ano ou com pena de multa até 120 dias.
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