Adiamento da alta velocidade representa atraso de quatro anos

A Federação da Construção não ficou surpreendida com o adiamento por dois anos das linhas de alta velocidade ferroviária Liboa-Porto e Porto-Vigo, mas advertiu que, em termos de execução de obras, este adiamento será, no mínimo, de quatro anos.


O adiamento foi anunciado hoje pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, na conferência de imprensa em que apresentou as principais linhas do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), mas não surpreendeu a Federação Portuguesa da Indústria da Construção e das Obras Públicas (FEPICOP).

"Não é uma surpresa. Já havia claramente indícios de que estas linhas [Lisboa-Porto e Porto-Vigo] estariam adiadas", disse à agência Lusa o presidente da FEPICOP, Ricardo Pedrosa Gomes.
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João Pedro Barbosa, que vai lançar na próxima sexta-feira, dia 6 de fevereiro, o livro ‘Açores no Céu - Aviação, Turismo e o Futuro de um Arquipélago Atlântico’, reconhece a preocupação cada vez maior que existe em equilibrar o transporte aéreo entre as várias ilhas, mas não deixa de alertar, face à forma como tem sido gerido o transporte aéreo nos Açores, que é preciso ter sempre um ‘Plano B’ que aposte na diversificação de operadores