Sou eu, sim. Não adianta fingirem que não me veem quando passam. Estou aqui há anos, imóvel, mas com vista privilegiada - coisa que, convenhamos, poucos de vocês aproveitam. Eu, Vasco da Gama, que dei voltas ao mundo quando ninguém sabia bem ao que vinha, estou agora condenado a contemplar a baía de Angra do Heroísmo e, mais do que isso, a vossa curiosa forma de existir.
Ah, a baía! Ainda é bonita,...
O sermão de Vasco da Gama aos terceirenses
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