A política nunca foi feita para ser morna. Quando o é, deixa de ser política e passa a ser apenas administração do inevitável, uma sucessão de gestos sem coragem, de discursos sem alma e de presenças sem verdadeiro propósito.
O erro repete-se há demasiado tempo: habituámo-nos a aceitar a mediocridade. Resignamo-nos. E a resignação nunca construiu um país ou inspirou uma geração - nenhum povo...
O menos mau
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