No âmbito de uma visita à aerogare, nas Velas, na ilha de São Jorge, onde decorrem as jornadas parlamentares do CDS-PP/Açores, o deputado referiu que "aquilo que se defende não é um capricho, bastando olhar para o parque de estacionamento e ver que não existe um único lugar disponível”.
“Os carros circulam continuamente à espera de espaço e até as zonas relvadas estão ocupadas por viaturas”, afirmou Luís Silveira, citado em nota de imprensa.
Segundo o parlamentar, a infraestrutura “deixou de responder à realidade atual do tráfego aéreo da ilha”, apesar de ter servido quando foi construída, há cerca de 20 anos.
“Hoje já não responde às necessidades dos jorgenses nem de quem visita São Jorge. A sala de embarque e desembarque é insuficiente quando existem dois voos em simultâneo e o estacionamento já não tem capacidade”, declarou.
O CDS-PP já apresentou um requerimento ao Governo Regional propondo uma solução para ampliar o parque de estacionamento, através da utilização de um terreno adjacente pertencente à região, “proposta que acabou por ser rejeitada”.
O deputado salvaguardou que a resposta recebida “foi de que essa intervenção não estava prevista”, concluindo que “o Governo não quer investir em São Jorge”, o que se “lamenta profundamente”.
O grupo parlamentar do CDS/Açores anunciou, entretanto, que irá apresentar um voto de protesto na Assembleia Legislativa dos Açores “contra a atuação da administração da SATA” face à ausência de qualquer representante durante a visita oficial do partido à aerogare de passageiros de São Jorge.
O deputado Luís Silveira explicou que a deslocação tinha como objetivo acompanhar as intervenções em curso na infraestrutura aeroportuária, conhecer o ponto de situação das obras e esclarecer os investimentos previstos para responder às necessidades da ilha.
CDS-PP/Açores defende ampliação de aerogare de São Jorge
O deputado democrata-cristão açoriano Luís Silveira defendeu hoje a “necessidade urgente” de ampliar a aerogare de passageiros de São Jorge e de reforçar a capacidade do parque de estacionamento, considerando que a reivindicação “não é um capricho”.
Autor: Lusa
